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Fiesc apela ao governo contra lockdown em Santa Catarina

Entidade mostra preocupação com o fechamento total da atividade econômica

Por Thiago Hockmüller

2 min de leitura

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Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil/Ilustrativa

A Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) manifestou ao Governo do Estado a preocupação com um potencial fechamento das atividades econômicas, posicionamento que coincide com o das demais entidades que integram o Conselho das Federações Empresariais de Santa Catarina (Cofem).

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Em ligação ao governador Carlos Moisés, nesse sábado, dia 27, o presidente da entidade, Mario Cezar de Aguiar, argumentou que o trabalho nas indústrias é seguro e que a atividade industrial é essencial, inclusive para gerar os recursos necessários para combater a pandemia.

“A vida está sempre em primeiro lugar. Não há contradição entre a manutenção da atividade fabril e a proteção à saúde das pessoas. Os profissionais estão seguros dentro das fábricas, pois os protocolos são rigorosos e seguidos à risca”, diz Aguiar.

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O presidente da Fiesc também lembrou que a atividade industrial faz parte de uma cadeia essencial, e, por isso, sua interrupção teria graves consequências, inclusive para produção de alimentos, bebidas, embalagens e outros itens necessários ao enfrentamento da pandemia, bem como à geração dos impostos, sem os quais o governo não teria como atuar durante a crise.

“A indústria está comprometida com a sociedade e, desde o início da crise, desenvolveu inúmeras ações de apoio, desde a doação de recursos por meio do fundo Fera, o conserto e aquisição de respiradores, até a elaboração de protocolos de segurança para os diversos setores da atividade econômica, necessários para conciliar a produção e a saúde dos catarinenses”, finaliza Aguiar.

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