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Urgência e emergência

Finalizada mais uma edição do simulado de APH da Unesc

Atividade foi realizada durante quatro dias no campus da instituição de ensino

Por Redação Engeplus

4 min de leitura

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Foto: Divulgação

Após quatro dias de muito aprendizado, foi finalizado na noite dessa sexta-feira, dia 8, mais uma edição do simulado de Atendimento Pré-Hospitalar (APH). A atividade faz parte da matriz curricular da 6ª fase do curso de Enfermagem da Unesc e tem como objetivo preparar o acadêmico para a assistência de urgência e emergência pré-hospitalar.

A disciplina de APH foi implantada no segundo semestre de 2016, sob a metodologia ativa de simulação realística. A atividade proporciona aos acadêmicos uma experiência de como atuar nos cenários de prática, em situações de urgência e emergência.

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“Eles lidam com a adrenalina do atendimento, os olhares dos curiosos, e a abordagem da vítima e muitas vezes de seus familiares, sendo os atores interpretados por acadêmicos de outras fases, outros cursos, familiares de professores e egressos do curso, que retornam a Unesc para participar. Temos um grupo no WhatsApp intitulado vítimas do APH, muitas vítimas entram nesse grupo já na primeira fase do curso e depois que se formam, não saem, e a cada semestre damos o start e o grupo renasce com a mesma empolgação de sempre”, explica a professora e enfermeira Mariana Freitas Comin.

Durante os dias de treinamento, os alunos lidam com os seguintes casos: trauma raquimedular, choque elétrico, queimadura, traumatismo crânio encefálico, politraumatismo, agressão física, doença pulmonar obstrutiva crônica, infarto águdo do miocárdio, acidente vascular encefálico, parada cardiorrespiratória e hemorragias.

Simulado de Atendimento Pré-Hospitalar já é tradição da Enfermagem Unesc

O simulado de Atendimento Pré-Hospitalar (APH) já é tradição no curso de Enfermagem da Unesc. “É umas das primeiras coisas que a gente fica sabendo através de conversas com os veteranos. É um evento que acontece em todo campus da Unesc e isso nos deixa mais próximo da realidade. Pois, aonde essas vítimas estarão, vai ser em algum lugar com muita gente, difícil acesso e a principal pergunta que nos fazemos é se vamos conseguir realizar o atendimento da melhor forma possível. E como futuro enfermeiro, posso afirmar que esses 4 dias de simulado nos entrega muito aprendizado e podemos sentir uma a carga emocional de como é ter uma vida em nossas mãos”, ressalta o acadêmico Matheus Felippe Nazário.

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Formada há dois anos pela Unesc, a enfermeira Gessica Behenck segue participando das atividades do simulado e também ressalta a importância do evento. “Atualmente atuo em um pronto atendimento aqui de Criciúma. Me apaixonei pela disciplina de APH desde as aulas teóricas. A adrenalina e o conhecimento que adquirimos com esse simulado me cativa cada vez mais. Sempre que possível faço parte do simulado como vítima. A cada semestre as simulações se tornam mais fascinantes. Já estive no lugar deles como acadêmica e poder contribuir de alguma forma, para que sintam a emoção e um pouquinho do que irão encontrar após formados me faz querer voltar a cada simulado. É incrível ver como todo semestre as professoras se reinventam e fazem com que cada caso fique o mais próximo da realidade”, conta Gessica.

Segundo o acadêmico Gabriel Savi Mondo Ramos, o APH é uma das experiências mais realistas da graduação. ”Os contextos abordados em sala de aula, na temática de urgências e emergências, se misturam com a prática na hora do simulado, e tudo vira verdade! Nunca o acadêmico sente uma adrenalina tão grande quanto no momento em que ouve, pela primeira vez, o time gritar: ‘Equipe pronta!’ As vítimas com a maquiagem cinematográfica, as atuações, a independência que sentimos - o sangue ferve! A gente sua, a gente ri, a gente sente medo, mas a experiência é inigualável. É importante dizer também, que isso é resultado do esforço de todos os professores da disciplina, organizado pela profª Mari. Eles são incríveis no que fazem, e com certeza tornam a experiência muito valiosa e mais divertida”, destaca Gabriel.

De acordo com a reitora da Unesc, Luciane Bisognin Ceretta, a disciplina de Atendimento Pré-Hospitalar representa o melhor exemplo da estratégia de ensino e aprendizagem pela experiência. “Costumo dizer que é mão na massa, é aprender pela experiência. E a disciplina de atendimento pré-hospitalar é absolutamente o melhor exemplo de aprendizagem pela experiência. Os estudantes exercitam na pratica, dentro da universidade, no ambiente universitário, em todo o campus, todas as técnicas necessárias para atendimento pré-hospitalar as vítimas com necessidade. Logo o enfermeiro ao concluir o seu curso de graduação está muito bem preparado para esse tipo de procedimento, que é do cotidiano da sua profissão”, ressalta Ceretta, que também é enfermeira.

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