Inglês
Fluência na língua inglesa, de diferencial a praticamente obrigatório
Professor comenta sobre a importância que a língua vem adquirindo ao longos dos anos
Por Redação Engeplus
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O inglês é considerado uma língua franca, sendo falada no mundo todo. Dessa forma o que antes era considerado diferencial, hoje é mais do que necessário: ser fluente na língua inglesa. Para que isso seja possível, pais matriculam filhos em escolas de inglês, jovens procuram por métodos infalíveis e até idosos estudam a língua para se manterem ativos.
De acordo com o professor de inglês, Kleber Danielski, que leciona a disciplina no Colégio Marista e na KNN Idiomas, a busca pelo aprendizado está diretamente relacionado ao objetivo que se deseja alcançar. “É preciso entender que o inglês não é o fim, não é a finalidade. Ele é o meio, é ele quem vai te levar onde você deseja chegar”, afirma.
Para o educador, as crianças não têm essa noção, em função da idade, é claro, mas os responsáveis sim, por isso as matriculam nos cursos. “O papel dos pais é fundamental. Eles precisam conhecer a metodologia de ensino, para poderem auxiliar com estímulos, motivando os filhos a gostar da língua e assim ter interesse em aprender”.
Com os adolescentes e adultos a situação já é um pouco diferente. A procura pelo inglês geralmente vem de uma necessidade. “É frequente os casos de alunos que iniciam os estudos após o surgimento de uma oportunidade, que traz consigo a cobrança pelo conhecimento da língua inglesa”, destaca o professor, que reforça a importância de estar pronto para quando a oportunidade bater à a porta.
Com a experiência de mais de 15 anos de sala de aula, Danielski acompanha o crescimento da importância em se falar inglês. “Hoje em dia, empresas do ramo de Tecnologia da Informação na hora de contratarem, preferem profissionais que falem inglês em relação aos que têm um certo nível de experiência e falam apenas a língua nativa. Já que é mais fácil para eles ensinarem as atividades do dia a dia do que uma nova língua”.
Ainda que pesquisas tragam a tona a questão da idade mínima e máxima para se aprender inglês, levando em consideração a formação da criança e o envelhecimento do ser humano, a motivação segue sendo o fator determinante para o aprendizado da língua inglesa.



