Apático
"Foi um dos piores jogos que a gente fez", admite Luizinho
Técnico também reconhece falta de poder de reação do time carvoeiro no hexagonal
Por Redação Engeplus
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Na noite desta quarta-feira o Criciúma conheceu a sua quarta derrota consecutiva no hexagonal semifinal do Campeonato Catarinense. Após o revés para o Internacional, por 2 a 0, em partida disputada no estádio Vidal Ramos Júnior, em Lages, o técnico Luizinho Vieira admitiu a atuação apática e a falta de poder de reação do time carvoeiro.
“A campanha no hexagonal não é boa. O time lutou muito para se classificar na primeira fase, e ficamos até em uma posição boa. Mas relaxou muito no hexagonal, e não consegue jogar bem. Já mudei o modelo de jogo algumas vezes para tentar se encaixar melhor. Principalmente, depois do jogo contra o Metropolitano, na terceira rodada, a gente perdeu a ambição pela competição. O Criciúma hoje foi apático. Foi um dos piores jogos que a gente fez. Cabe a mim procurar corrigir tudo isso, e remontar uma equipe para o próximo jogo. A responsabilidade é toda minha, e temos que correr atrás de uma vitória”, admite Luizinho.
O técnico do Criciúma também afirmou que a falta de atitude do time carvoeiro não acontece em virtude da ausência de cobrança, e ainda ressalta que se estivesse dentro do gramado defendendo o Tigre teria gana para conquistar as vitórias. “Fizemos várias cobranças fortes em cima dessa apatia, mas também é da personalidade de cada um assumir. Não tenham dúvida, se eu tivesse dentro de campo a postura seria outra, de gana para poder vencer os jogos. Por isso digo que dentro tudo que é trabalhado no futebol, a parte emocional conta muito, para poder ter gana de reverter uma situação. Vou cobrar para a gente ter uma postura diferente enquanto estiver no comando, temos mais dois jogos para isso”, pontua Luizinho Vieira.
O comandante tricolor ainda comentou sobre a arbitragem de Edmundo Alves do Nascimento na partida contra o Internacional, e sobre a atuação de Marcelinho Paraíba. “A arbitragem pendeu muito para o Inter. Pela pressão da torcida, é normal a arbitragem ser um pouco mais caseira. Mas isso não é desculpa. Temos que jogar muito mais futebol. O Marcelinho teve uma participação diferente dos outros jogos, principalmente na bola parada. Não vi tanto espaço para ele criar. Mas o problema é nosso. Temos que corrigir os erros e ter uma produção muito melhor, pois estamos muito abaixo”, ressalta o técnico do Tigre.



