Fórum buscará medidas para atual situação de imigrantes em Criciúma
Evento centralizará um debate com entidades envolvidas na ajuda humanitária
Por Redação Engeplus
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Para debater políticas e ações que protejam o direito de imigrantes de diversas nacionalidades que vieram para Criciúma e para o Sul do país em busca de melhores condições de vida, o Fórum das Imigrações Sul acontecerá nesta segunda-feira, dia 28, no auditório São José, em Criciúma. O evento inicia às 14 horas e centralizará um amplo debate com entidades envolvidas na ajuda humanitária para identificar a realidade destes cidadãos, na maioria ganeses. O fórum também vai discutir os direitos de imigração no Brasil.
Para a secretária Municipal de Assistência Social, Solange Barp, o mais importante é garantir a essa população estabilidade. A secretaria acompanha o caso desde o início, oferecendo doações e moradia. Recentemente, mais de 500 imigrantes foram cadastrados em um sistema criado pelo município.
A coordenadora de Proteção Especial na Secretaria da Assistência Social, Mariane Peruchi, afirma que o fórum iniciará com a fala de representantes da Polícia Federal (PF) e também da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). As informações passadas pelos órgãos servirão para fomentar o debate e avaliar as melhores propostas para o assunto. “A PF vai explicar como é a atual realidade desses imigrantes aqui no município e a OAB como funciona as questões legais que envolvem a imigração no Brasil”, explica a psicóloga.
Participará do encontro também um palestrante curitibano, que abordará suas experiências da capital do Paraná com a imigração. Após essa etapa, participantes do fórum serão divididos em grupos. “Todos serão divididos em seis grupos para levantar tanto ações de curto e médio prazo para os imigrantes residentes em Criciúma”, explica Mariane.
Entidades presentes – Aproximadamente 15 entidades municipais e regionais participarão do debate previsto para o encontro. Entre elas estão: Cáritas, Diocese de Criciúma, Grupo Corrente por Gana, Movimento Sindical, Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec), Coordenação Pastoral da Diocese de Criciúma, Ordem de Advogados do Brasil (OAB), Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), Cruz Vermelha, Grupo Afro, Coordenadoria de Promoção de Igualdade Racial de Criciúma (Copirc), Anarquistas Contra o Racismo (ACR) e Polícia Federal.
Colaboração: Denise Possebon/Comunicação Criciúma



