Futebol, briga
Futebol, briga e bate boca
Por Redação Engeplus
2 min de leitura

O Regional da Larm/Taça Empresas Rio Deserto viveu um sábado efervescente. Nem tanto no estádio da Montanha, onde o Caravaggio conseguiu tranquila classificação à final vencendo o Inter de São Defende. A bronca aconteceu mesmo no estádio Olavo de Assis Sartori, onde Mãe Luzia e Metropolitano fizeram um jogo tenso.
Após empate por 1 a 1 no tempo normal, os dois times partiram para a prorrogação. O resultado igual classificava o Mãe Luzia eis que, aos 9 minutos do segundo tempo, o Metropolitano chegou ao gol que lhe daria a vaga na final. Era o estopim da confusão.
Pressionado pelo time da casa, o auxiliar de arbitragem anulou o gol, atitude confirmada pelo árbitro Ronan Marques da Rosa. Os jogadores visitantes partiram para reclamar o que fez eclodir o primeiro confronto, com briga entre os atletas e, após, dirigentes e integrantes das comissões técnicas. A confusão se alastrou para a torcida, onde também houve trocas de agressões.
Com a chegada da Polícia Militar, o trio de arbitragem foi recolhido ao vestiário. Até o prefeito de Nova Veneza, Rogério Frigo, apareceu para conter os ânimos e ajudar o presidente e técnico do Metropolitano, Sérgio Ghislandi, a tirar o time de campo. O jogo foi encerrado faltando 6 minutos para o término e a Liga Atlética da Região Mineira declarou o Mãe Luzia classificado.
Ao final, a cena mais corriqueira e ao mesmo tempo curiosa de jogos confusos do futebol amador. O trio de arbitragem deixou o estádio escoltado por policiais militares. O salão da igreja da Mãe Luzia foi o caminho seguro escolhido para a saída.
Colaboração: Antônio Rozeng



