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Ginecologistas e

Ginecologistas e obstetras do Hospital Regional de Araranguá paralisam atendimento

Por Redação Engeplus

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Foto: Foto:Colaboração Nadia Couto/Setor de Comunicação Social da Unesc

Os médicos ginecologistas e obstetras estão paralisados no Hospital Regional de Araranguá desde as 8 horas desta terça-feira. Os trabalhadores querem um aumento de R$ 50 para R$ 80 por hora, porém, a administração, que é da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), diz que não pode conceder tamanho aumento neste momento. Os casos de urgência e emergência do setor continuam sendo atendidos, mesmo com a paralisação.

“O que queremos é um ganho equiparado ao do pronto-socorro. Eles receberam um aumento de 30% e para nós foi oferecido 20%. Este aumento que pedimos é um reconhecimento pelo nosso trabalho”, explica o médico Roberto Herzer Júnior. Com a proposta apresentada pela Unesc os médicos deste setor receberiam R$ 65 por hora. Uma reunião entre os ginecologistas e obstetras para discutir a proposta está marcada para o começo desta tarde.

O reitor da Unesc, Gildo Volpato, afirma que o valor de reajuste proposto é o máximo possível para o momento. “Não podemos e não devemos pagar este valor que eles estão pedindo neste momento de transição de administração do hospital. Estamos pagando mais que o Hospital São José paga ao mesmo setor”, informa. De acordo com Volpato, os ginecologistas e obstetras recebem menos que o pronto-socorro porque têm uma condição de trabalho diferenciada.

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