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Greve do Samu: trabalhadores rejeitam proposta de reduzir efetivo para 30%

Atualmente, serviço funciona com apenas 50% dos trabalhadores, reduzindo os atendimentos

Por Lucas Renan Domingos

1 min de leitura

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Foto: Divulgação

Em assembleia na tarde desta quarta-feira, dia 8, os profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Criciúma e Araranguá rejeitaram a proposta de ampliar a greve. Os trabalhadores estudavam a possibilidade de reduzir o efetivo para apenas 30%.

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Desde o início da paralisação, que começou nesta terça-feira, dia 7, os servidores do Samu estão mantendo apenas 50% do efetivo atuando. Com isso, o número de antedimentos diários que era de 120 agora é de apenas 45.

"A assembleia rejeitou a proposta de reduzir o efetivo para 30%, porque os profissionais do Samu entenderam que isso seria muito prejudicial para a população. Vamos aguardar amanhã se vai haver alguma proposta da OZZ Saúde ou do Governo do Estado e depois vamos reavaliar", afirmou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde em Criciúma e Região (Sindisaúde), Cleber Cândido.

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Os trabalhadores pedem reajuste salarial de 18,22% acumulado nos últimos quatro anos, além do pagamento de férias, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e melhorias nas condições de trabalho. A OZZ Saúde chegou a apresentar uma proposta de reajusto de 4%, que foi rejeitada pela categoria.

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