Greve
Greve: dois mil metalúrgicos estão com as atividades paradas
Seis empresas estão com os trabalhos comprometidos na região
Por Redação Engeplus
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A paralisação dos trabalhadores metalúrgicos na região de Criciúma iniciou com o fechamento das atividades em seis empresas por volta da meia-noite desta segunda-feira. São duas empresas de Criciúma, uma de Forquilhinha e três de Içara, totalizando dois mil trabalhadores de braços cruzados. As outras empresas serão paralisadas gradativamente durante esta semana. A direção da entidade se reuniu na noite desse domingo com os demais sindicatos para organizar o movimento.
A categoria reivindica o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), mais 7% de aumento real e demais cláusulas sociais. O piso atual é de R$ 1.023,54, sendo que a data base é estabelecida no dia 1º de janeiro. O Sindicato Patronal ofereceu aumento de 5,56% da inflação, mas não apresentou aumento real.
São sete mil trabalhadores distribuídos nas metalúrgicas em 26 municípios do Sul do Estado ligadas ao Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Criciúma e Região (Sindimetal). As 30 maiores empresas de médio e grande porte se concentram nas cidades de Criciúma, Içara, Sangão, Forquilhinha, Morro da Fumaça e Urussanga. A última greve da categoria foi em 2011 e durou um dia.
Colaboração: Maristela Benedet/Comunicação Sindmental



