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Greve dos caminhoneiros ganha força e apoio e se torna Greve do Povo

Cidadãos foram as ruas na tarde dessa quinta-feira em apoio as manifestações

Por Redação Engeplus

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Foto: Divulgação DDT

Inciada na segunda-feira, dia 21, a princípio pela classe de motoristas autônomos, a Greve dos Caminhoneiros se fortaleceu nesses quatro dias de atividades a ponto de se transformar e ser vista como uma Manifestação do Povo. Prova disso, são os diversos setores da sociedade que aderiram a greve e sinalizaram apoio aos caminhoneiros, incluindo cidadãos.

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No fim da tarde dessa quinta-feira dia 24, uma manifestação dos cidadãos em Criciúma e Araranguá, em suporte aos caminhoneiros autônomos. Os protestos foram realizados ao som do Hino Nacional. "Não é mais só baixar o preço dos combustíveis, é sobre lutar pelo fim dessa corrupção, desses valores abusviso que temos que pagar, é sobre reunir o povo nas ruas e mostrar que não estamos mais a mercê dessa corrupção", dispara o aposentado Edmo Casagrande.

A Associação Empresarial de Criciúma (Acic) se posicionou solidária a greve na tarde de hoje. "Tendo em vista que a política de precos de preços dos combustíveis tem onerado toda a cadeia produtiva, industrial ou agropecuária, trazendo um prejuízo incalculável as empresas da região. Esperamos que em breve o Governo Federal atenda os anseios dos caminhoneiros e da sociedade brasileira", destacou o presidente da entidade, Moacir Dagostin.

Ao longo de hoje, dia 24, outros segmentos aderiram a greve, em Criciúma. As CDLs de Criciúma, Lauro Muller, Braço do Norte e Orleans anunciaram que a partir de amanhã, das 8h ao 12h, o funcionamento do comércio é facultativo aos lojistas nesses municípios.

Outro aliado no quarto dia de greve, são as empresas de turismo de Criciúma e região. A classe adere a mobilização para cobrar medidas do governo. Além do preço do diesel, a questão da segurança nas estradas e melhoria em investimentos dos impostos também estão em pauta.

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Alguns proprietários de postos de combustíveis também sinalizaram apoio aos motoristas. Esse é o caso de Luiz Gustavo Boeing. "É o nosso cliente que movimenta o nosso faturamento, também necessitamos deles para sobreviver. A reivindicação é justa e oferecemos banhos sem custos e o espaço do estabelecimento para que eles possam dormir e acampar a noite", detalha ele.

Desde terça-feira, dia 22, em Maracajá e Araranguá - dois pontos de protestos da greve- o setor de agricultores está presente na paralisação e mantém o posicionamento a favor ao protesto.

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