Paralisação
Greve: mil químicos continuam parados na região
Duas empresas em Criciúma e uma em Içara estão com as atividades suspensas
Por Redação Engeplus
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Os profissionais das indústrias químicas e farmacêuticas da região de Criciúma continuam em greve. A categoria parou na última terça-feira depois de seis assembleias convocadas pelo sindicato. Conforme o vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas Descartáveis e Flexíveis, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região, Joel Bittencourt, duas empresas estão com as atividades paralisadas em Criciúma e uma no município de Içara. “Ao todo, são mil funcionários parados, mas com a possibilidade de uma mobilização ainda maior, de mais empresas”, frisa.
As empresas oferecem para a categoria de trabalhadores um aumento de 7,5%, sendo que eles reivindicam 8,5%. De acordo com Bittencourt, com o INPC em 5,58%, a categoria passaria a ganhar cerca de 3% de ganho real, caso o reajuste fosse estabelecido em 8,5%. “Propomos também o reajuste de 7,5% agora, sendo o valor de 8,5% pago em fevereiro, mas também não houve acordo”, ressalta. A categoria também defende o piso salarial passando dos atuais R$ 885 para R$ 1 mil, como em outras regiões do Estado.



