Grupo Folclórico Ítalo Brasileiro de Nova Veneza volta ao Festival de Dança

Coreografia escolhida é uma dança que comemora as festas dos casamentos italianos

Por

Em
Grupo Folclórico Ítalo Brasileiro de Nova Veneza volta ao Festival de Dança
Foto: Fotos: Arquivo do Grupo

O Grupo Folclórico Ítalo Brasileiro de Nova Veneza volta a competir no palco principal na 35ª edição do Festival de Dança de Joinville, neste domingo, 23, a partir das 19 horas, no Centreventos Cau Hansen. Após um ano fora da competição para participar do Festival de Danças em Maranhão e do Festival de Danças Folclóricas em Treviso, na Itália, agora o grupo volta com a coreografia “Celebrando l’amore ciballa la Pizzica”.

O Festival de Dança de Joinville é o maior evento deste gênero na América Latina e o maior do mundo em número de participantes. Nos últimos sete anos, o grupo neoveneziano manteve-se entre os primeiros colocados, sendo tricampeão.

"Depois de sete anos consecutivos de premiação no Festival de Dança de Joinville, resolvemos alçar novos voos, culminando em nossa ida à Itália. Porém, a saudade bateu e resolvemos nos inscrever para o festival, sendo que nos classificamos novamente para competir. O prazer de pisar naquele palco é inexplicável e, para este ano, levaremos uma proposta totalmente diferente de tudo que apresentamos nestes 26 anos de existência do grupo”, destaca a presidente da entidade, Ivogenes Duminelli Niehues.

Continua após anúncio
Fim do anúncio

Segundo ela, as viagens ao Maranhão em 2015 e à Itália em 2016 trouxeram aos dançarinos uma vasta bagagem. “Encontramos culturas muito diferente da nossa de igual riqueza. Sem contar o prazer que sentimos de estar levando o nome de Nova Veneza. A turnê que fizemos pela Itália foi o ponto alto do ano em que comemoramos 25 anos de existência, foi a realização de nosso maior sonho enquanto grupo”, ressalta.

Coreografia

A coreografia “Celebrando l’amore ciballa La Pizzica” é uma dança tradicional das festas dos casamentos italianos. “Os noivos chegam em uma carroça puxada por um cavalo cenográfico até a festa, que acontece em uma praça. Já tínhamos há anos essa ideia de retratar a alegria de uma festa de casamento italiano e estávamos em um trabalho de pesquisa desde o ano passado. Segundo algumas pesquisas sobre os casamentos antigos, descobrimos que ainda se dança a pizzica, que é uma dança antiga, não deixa de ser uma tarantela, mas tem todo uma especificidade corporal diferente”, explica uma das coreógrafas do grupo e secretária de Cultura, Esporte e Turismo do município, Susan Bortoluzzi Brogni.

Conforme Susan, o maior desafio do grupo será desmontar as danças baseadas nas tarantelas que foram apresentadas durante os 25 anos do Grupo, pois a pizzica é uma dança de cortejamento e exige uma expressão corporal diferente. “Estar sempre entre os três primeiros colocados elevou a responsabilidade do grupo em manter sua técnica, a história do que eles representam e a italianidade”, afirma.

Para o bailarino Ricardo Mazzorana Albuquerque, é uma oportunidade única estar no Festival. “Este ano, viemos na sexta para assistir as apresentações de danças populares júnior, sentir um pouco do nível do festival e viver um pouco deste clima, que é maravilhoso, é dança aos quatro cantos da cidade. Além de aproveitar para trocar experiências com outros grupos”, destaca.

Colaboração: Cris Freitas e Gabriel da Conceição/Comunicação Nova Veneza

Leia mais sobre:

Circuito PET.

Receba as principais notícias de
Criciúma e região em seu WhatsApp.
Participe do grupo!

Clique aqui

Confira mais de Geral