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Terminais Criciúma

Guarita, câmeras e fiscalização darão mais segurança nos terminais

Com o início das aulas, aumentam os atos infracionais nos terminais urbanos de Criciúma

Por Redação Engeplus

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Foto: Douglas Saviato

Uma campanha nesta manhã formalizou um ato pela segurança nos terminais urbanos de Criciúma. A Autarquia de Segurança, Trânsito e Transportes de Criciúma (ASTC); o Conselho Tutelar; o Ministério Público; a Guarda Municipal; a Polícia Militar e Civil trabalharão em conjunto. Conforme o presidente da ASTC, Giovanni Zapellini, medidas preventidas irão coibir os atos infracionais cometidos nos terminais. A primeira medida ocorreu com a abertura da guarita em uma das plataformas do Terminal Central.

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O local dará suporte a Guarda Municipal, que atua no local com dois profissionais nos horários mais críticos, com maior fluxo de pessoas, por volta das 7 horas, ao meio-dia e às 17 horas. Estes horários coincidem com a entrada e a saída dos colégios de Criciúma. Ainda segundo Zapellini, os atos infracionais ocorridos nos terminais são cometidos, na maioria das vezes, por adolescentes. “São registrados pequenos furtos com bonés, acessórios e celulares, por exemplo. Além disso, temos o registro de deterioração do patrimônio”, ressalta.

O Terminal Central vai ganhar oito câmeras de videomonitoramento para auxiliar na segurança. Com o equipamento será possível ver todos os espaços do terminal. De acordo com o diretor administrativo da ASTC, Vilson Sônego, será investido R$ 100 mil com a instalação das câmeras. “A previsão é para a colocação dos equipamentos até o mês do junho. Os outros dois terminais também serão contemplados, porém, ainda não há projeto para a instalação das câmeras”, salienta. Os terminais do bairro Próspera e do bairro Universitário irão contar com menos equipamentos.

Durante o ano letivo, segundo o superintendente de segurança da ASTC, Ricardo Strauss, o número de atos infracionais aumenta. “Os dois primeiros meses deste ano foram tranquilos, mas com a volta das aulas cresce o número destes delitos”, destaca. O menor infrator quando flagrado pela Polícia Militar ou pela Guarda Municipal é encaminhado à Delegacia de Proteção à Mulher, à Criança, ao Adolescente e ao Idoso.

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Segundo o delegado titular da delegacia, Fernando Possamai, o pai do menor é acionado, bem como o Conselho Tutelar. “Ele vai ser responsabilizado, irá responder um processo e terá que comparecer em uma audiência com o promotor de justiça, no Fórum, marcado em um período de 60 dias”, frisa. O menor pode ser perdoado ou penalizado pelo seu ato. “Ele pode cumprir uma medida cautelar ou ser multado para que o valor seja destinado ao reparo do dano causado”, completa Possamai.

O Conselho Tutelar, órgão de proteção, trabalha no auxílio do menor. De acordo com a conselheira Graziela Cristina Luiz Damaceno, o conselho atua junto com o menor e com a família, buscando soluções para o problema. “Somos um órgão de proteção e não repressivo, ou seja, atuamos junto com a família. Consultamos a situação desse adolescente se ele está matriculado na rede de ensino, verificamos se ele possui algum distúrbio, encaminhando ele para um psicólogo”, exemplefica. Graziela, junto com outra conselheira circularam pelo Terminal Central e orientaram alguns adolescentes, que ainda não estavam na sala de aula.

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