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Investigação

'Há um movimento contra pessoas vinculadas à direita', destaca delegado-geral sobre ameaças ao governador

Ulisses Gabriel detalhou medida de busca e apreensão cumprida pela Polícia Civil

Foto de João Gabriel da Rocha

Por João Gabriel da Rocha

2 min de leitura

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Foto: Rafaela Custódio/Arquivo/Engeplus

O delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, destacou detalhes sobre a investigação de um grupo suspeito de fazer ameaças de morte contra Jorginho Mello. O delegado citou ataques direcionados contra figuras políticas da direita e afirmou que não houve prisões até o momento.

“Há um movimento contra pessoas vinculadas à direita. Temos visto tentativas de retirar candidatos tirando a vida deles ou buscando justificativas ilegais. Observamos ataques a pessoas como Jair Bolsonaro, Donald Trump e Charles Kirk”, disse ao jornalista João Paulo Messer, da Rádio Eldorado.

Segundo o delegado, a polícia ainda busca entender a dinâmica do grupo. “Foi somente uma medida cautelar de busca e apreensão e extração de dados telemáticos e telefônicos. O morador de Benedito Novo está sendo monitorado e alegou que está sendo acusado de um crime que não praticou”, contou.

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De acordo com o delegado, o principal suspeito foi identificado como um servidor público de Benedito Novo. “Na noite de sexta identificamos todos os membros, sendo gerado um relatório de investigação, que deu causa a um pedido judicial de busca e apreensão e outras medidas cautelares”, explicou.

Sobre o caso

A Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC), deflagrou uma operação para combater ameaças de morte contra o governador do Estado, Jorginho Mello. A ação, que ocorre através da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), com apoio das Polícias Civis de São Paulo e da Paraíba, está cumprindo cinco mandados de busca e apreensão, em três estados, contra suspeitos que ameaçaram tirar a vida do dirigente.

Segundo a PCSC, em um grupo de mensagens, um dos investigados afirmou que se encontraria com Mello em Benedito Novo, município localizado no Vale do Itajaí. Na sequência, outros envolvidos falaram para ele não se esquecer de utilizar uma faca e coquetéis molotov na ação.

Confira abaixo como foi a conversa:

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