Por Redação Engeplus
Em
Especial: Felipe Rodrigues
Lançado em julho de 2015, o longa Homem-Formiga trouxe várias cenas de ação misturadas de comédia, além de um drama do personagem. Isso formou, ao final, uma fórmula que nos prende em frente a tela. O filme, dirigido por Peyton Reed, apresentou novamente um personagem pouco conhecido dos quadrinhos.
Isso causou uma certa subestimação por parte dos fãs do Universo Marvel. Mais uma vez, no entanto, o estúdio mostrou que personagens desconhecidos podem dar certo sim nas telonas.

A história começa com o ex-ladrão famoso Scott Lang (interpretado por Paul Rudd), saindo da prisão por cumprimento de pena, e se encontrando com o primeiro homem-formiga, Hank Pym (Michael Douglas).
O filme embarca na história da redenção de Scott, que deseja provar para a filha e para a ex-esposa que mudou e agora é uma pessoa boa. Da mesma forma, Hank quer mostrar que se importa com a filha Hope Van Dyne.

O que seria de um herói sem um vilão? O filme traz Darren Cross (Corey Stoll), que conseguiu copiar a fórmula Pym – uma fórmula para alteração de tamanho que seria utilizada para beneficiar a humanidade - e pretende usá-la para o mal e em sua própria vantagem.
O filme traz as já clássicas cenas cenas pós-créditos, que deixa encaixes para outros filmes tanto do próprio personagem, como uma participação especial em Capitão América - Guerra Civil.

O roteiro de Homem-Formiga consegue ser divertido e profundo ao mesmo tempo, sem se tornar enjoativo em nenhum dos pontos. O tempo todo o diretor consegue brincar com o codinome do personagem e mostrar todas as coisas grandes que esse pequeno herói pode realizar.


































