Homem que teria matado mulher e escondido corpo é acusado por homicídio quadruplamente qualificado

Ação penal foi ajuizada no dia 13 de agosto e já foi recebida pela Justiça

Por Redação Engeplus

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Homem que teria matado mulher e escondido corpo é acusado por homicídio quadruplamente qualificado
Foto: Divulgação

O homem que teria matado com 14 facadas uma mulher com quem dividia o apartamento em Joinville, na frente do filho dela de um ano e oito meses, e escondido o corpo embaixo da cama está sendo acusado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) por homicídio quadruplamente qualificado, abandono de incapaz e fraude processual. A ação penal contra o suposto autor do crime foi ajuizada no dia 13 de agosto e já foi recebida pela Justiça.

A denúncia foi ajuizada pela 22ª Promotoria de Justiça da Comarca de Joinville e relata os crimes supostamente praticados pelo acusado no dia 23 de julho deste ano contra a mulher com quem dividia um apartamento no bairro Paranaguamirim, em Joinville.

Segundo a denúncia, diante da recusa da mulher em praticar sexo com ele, o homem teria investido contra a vítima e lhe desferido 14 facadas, sem que ela tivesse qualquer possibilidade de defesa. O crime foi cometido na presença do filho da mulher, que morava no mesmo apartamento.

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Em seguida, escondeu o corpo da vítima embaixo de uma cama e abandonou a criança em rua vazia, na madrugada de inverno, a considerável distância do apartamento, apenas de fralda e regata. A criança apenas foi encontrada às 6 horas do dia seguinte, com o corpo frio, vagando sozinha pelas ruas.

Para o Promotor de Justiça, Ricardo Paladino, autor da ação penal, o suposto homicídio possui quatro qualificadoras: motivo fútil, impossibilidade de defesa da vítima, uso de meio cruel e por tratar-se de feminicídio - ou seja praticado contra a mulher no âmbito de relações domésticas.

O réu foi denunciado pelo MPSC, ainda, por abandono de incapaz, já que teria largado a criança na rua, e fraude processual, pois teria alterado a cena do crime ao esconder o corpo e lavar a casa e as roupas, na intenção de encobrir os vestígios. A denúncia do Ministério Público já foi recebida pela Justiça, o que significa que o acusado, que está foragido, tornou-se réu em ação penal, na qual terá o direito à defesa e ao contraditório.

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