Por Douglas Saviato - douglas.saviato@engeplus.com.br
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A Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Criciúma concluiu após três anos o inquérito policial que apurou o homicídio do ex-agente prisional aposentado Luiz Carlos Dal Agnol. O crime foi cometido no dia 29 de setembro de 2014 na frente da casa de Dal Agnol, no bairro Paraíso, em Criciúma.
A investigação apurou que um dos autores foi um adolescente, na época com 17 anos. Na noite do assassinato, o jovem portava uma pistola 9 milímetros, arma que foi apreendida durante um assalto na cidade de Sangão no dia 6 de novembro do mesmo ano.
De acordo com o delegado responsável pela DIC de Criciúma, André Milanese, a finalização da investigação dependia da realização de uma perícia do Instituto Geral de Perícias (IGP) para comparar a arma utilizada no assalto com uma munição do mesmo calibre encontrada no local do crime. A perícia concluída somente neste mês constatou que a arma que o jovem portava foi uma das utilizadas para matar Dal Agnol.
Apurou-se também durante a investigação que o homicídio de Dal Agnol foi ordenado por integrantes de uma facção criminosa que atua nos presídios de Santa Catarina, mas a investigação não logrou êxito em obter provas contra os mandantes.
Do homicídio até a conclusão da perícia, o criminoso completou maioridade, foi preso por tráfico de drogas e permaneceu recluso por cinco meses. Desde o dia 24 de março deste ano, o jovem está em liberdade, pois sua prisão preventiva foi revogada. Agora, o autor responderá pelo homicídio do ex-agente prisional aposentado através da Delegacia de Proteção à Mulher, à Criança, ao Adolescente e ao Idoso (DPCAMI) de Criciúma.






























