Eleições
Hospital, uma experiência não tão positiva na Unesc
Por Redação Engeplus
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O clima é de campanha intensa, com agenda forte e diária, embora a ausência de concorrência. “Isso não diminui nossa responsabilidade. Pelo contrário, aumenta”, comenta a candidata a reitora da Unesc, Luciane Ceretta, líder da única chapa inscrita para o pleito de 7 de junho que define a sucessão do reitor Gildo Volpato.
Uma das discussões que vem sendo apresentadas é o envolvimento que a Universidade pode ter em ofertas de mais serviços como os de saúde. “Hoje já estamos presentes em mais de 130 programas de extensão, muitos nessa área”, lembra a futura reitora.
Houve quem lembrasse os tempos em que a Unesc esteve administrando o Hospital Regional de Araranguá, e se a instituição não teria interesse de voltar a operar em gestão hospitalar. “Nosso foco é ensino, pesquisa e extensão, e a finalidade é educação e não gasto em outros segmentos”, explica Luciane, referindo sua contrariedade a projetos do gênero. “Nossa finalidade não é prestar esse serviço”, emenda.
Durante o governo Márcio Búrigo, houve especulações de que a Unesc poderia ser envolvida em uma transação para assumir a gestão do Hospital Materno Infantil Santa Catarina. O próprio prefeito admitiu isso na época, há cerca de um ano. “O hospital não foi uma experiência positiva, analisamos com cautela”, conclui.



