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Irmã acompanhando

Irmã acompanhando de perto

Por Redação Engeplus

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Foto: Fotos: Nícola Martins

Desde o início da discussão sobre o projeto de lei que reduz a distância entre as antenas de telefonia móvel e residências e áreas de risco (escolas, hospitais e postos de saúde), uma das pessoas que ratifica semanalmente sua opinião é a Irmã Analuísa Venturini, diretora do Colégio São Bento. Ela comparece a todas as sessões acompanhada pelo coordenador disciplinar da instituição, José Everaldo da Silva, e do coordenador de marketing, Tadeu Pereira.

A religiosa defende que a redução pode ser prejudicial para a saúde das crianças e adolescentes e por diversas vezes tentou demover o autor do projeto, o vereador Itamar da Silva (PSDB), da idéia de redução para 80 metros. Para ela, a distância entre as antenas e as áreas de risco deve continuar em 300 metros. “Não sabemos o quanto o celular e as antenas são prejudiciais à saúde. Estou aqui prezando pela saúde e o bem-estar das crianças e adolescentes da cidade”, diz a Irmã Analuísa.

Reuniões foram realizadas no colégio e na Câmara de Vereadores para debate. Nessa terça-feira, quando o projeto não foi votado por falta de quórum, novamente lá estava ela na sessão. Um princípio de discussão foi registrado entre os representantes da instituição e outra pessoa que acompanhava a sessão e era a favor da redução. Nem isso fez a irmã mudar de opinião, ela debateu com quem era a favor e exprimiu sua indignação com a falta de respeito dos outros com sua opinião.

Após a sessão de ontem, o vereador Itamar da Silva (PSDB) anunciou que pode retirar o projeto de votação, alegando que fez tudo o que podia ser feito. Ele disse que os vereadores contrários e que colocaram empecilhos à redução devem explicar à sociedade o porquê do projeto não ter sido votado nesta terça-feira.

Até que o projeto seja retirado, ou colocado em votação e aprovado ou rejeitado, a Irmã Analuísa Venturini promete comparecer às sessões e continuar seu trabalho para que a distância entre as antenas e residências e áreas de risco continue em 300 metros.

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