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Avaliação da derrota

Itamar Schülle reconhece falhas, mas pede mais responsabilidade de seus jogadores

Técnico diz não pensar na possibilidade de rebaixamento neste momento

Por Lucas Renan Domingos

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Foto: Celso da Luz/Criciúma E.C.

“Uma noite infeliz para nós. Não era o que a gente esperava”. Assim o técnico Itamar Schülle resumiu o duro golpe da derrota sofrida pelo Criciúma contra o Ituano neste sábado, dia 14. O resultado negativo, vendo o adversário fazendo dois gols ainda no primeiro tempo e com direito a Agenor perdendo um pênalti na segunda etapa, deixa o Criciúma em situação delicada, mais próximo da zona de rebaixamento do que do acesso. A postura da equipe foi determinante para o revés, fazendo o treinador expor a cobrança por responsabilidade que espera de seus atletas.

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“A culpa é minha e dos jogadores. Mas não adianta treinar exaustivamente e não concluir, chutar fora, perder gol que não pode perder. Eu divido as conquistas, mas também preciso dividir as derrotas. A gente tem dado apoio ao elenco, confiado, trabalhando muito. Mas tem que haver uma via de mão dupla. Os atletas têm que saber que chega um momento que tem que chamar a responsabilidade, fazer os gols e ser um grupo vencedor, como eles tem condição de ser e como todos nós aqui somos”, destacou.

O técnico destacou o primeiro tempo apático da equipe, que resultou em dois gols do Ituano. “Mesmo que você não tenha uma noite boa tecnicamente, você tem que superar isso com entrega, faca na bota. É isso que o atleta tem que ter. Eu brigo por cada espaço meu. E isso passo para os atletas. Tem que brigar”, reforçou.

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Caso o São José vença o Boa na segunda-feira, dia 16, o Tigre pode terminar a rodada na oitava colação, a primeira fora da zona de rebaixamento. Questionado sobre a preocupação com uma possível queda para a Série D, Itamar evitou entrar no tema. “Eu penso no próximo jogo. Podemos fazer 20 pontos e ainda terão mais seis. Este é o meu pensamento. Impossível é só quando a gente morre. Vou pensar com fazer esta vitória e depois ver o que acontece. Temos que ter esse pensamento. Não podemos olhar para trás. Temos que fazer a nossa parte”, comentou.

O próximo compromisso é na sexta-feira, dia 20, contra o Ypiranga, no Majestoso. A expectativa do Schülle é que até lá o Criciúma possa mudar sua postura dentro de campo. “Não posso só treinar e no jogo as coisas não acontecerem. O adversário não surpreendeu. Fizeram exatamente o que a gente tinha passado para nossos jogadores. Tiveram apenas uma mudança na equipe. Primeiro tempo fomos muito abaixo. No segundo tempo tivemos uma postura diferente. Mas o futebol tem que definir as chances em gol como o adversário fez”, evidenciou.

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Leia a seguirCriciúma perde para o Ituano e passa a se preocupar mais com o rebaixamento do que com o acesso
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