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José Antônio Tiscoski é acusado de crimes eleitorais em Sombrio
Por Redação Engeplus
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A equipe de advogados da coligação Muda Sombrio (PRB, PDT, PMDB, PPS e DEM) protocolou, na tarde dessa terça-feira, o pedido de investigação e cassação da candidatura dos candidatos a prefeito e vice-prefeito de Sombrio, José Antônio Tiscoski da Silva (PP) e Francisco de Assis da Rosa (PT), da coligação Pra Frente Sombrio (PP, PT, PSD, PCdoB, PR, PSB e PTB). Segundo o advogado que protocolou a ação, Pierre Vanderlinde, Tiscoski teria praticado condutas abusivas este ano.
"Mesmo contrariando a legislação, ele promoveu diversas ações assistenciais, visando a sua promoção pessoal e a criação de uma boa imagem aos eleitores. Além disso, durante o período vedado, foi maciça a publicidade institucional do Governo de Sombrio, por meio de outdoors, placas e internet”, afirmou Vanderlinde.
Além disso, Tiscoski foi acusado de ter prestado serviços particulares, entregar cestas básicas e doar cursos de informática à população. “Ele também fez publicidade ilegal com dinheiro público, dentre outras condutas vedadas pela lei, tudo com o intuito de conquistar o eleitorado de maneira escusa", ressaltou Vanderlinde.
O advogado do atual prefeito de Sombrio, André Barreto, explicou que o acusado ainda não recebeu a intimação, e por isso não irá se pronunciar sobre o caso. "A legislação permite que, mesmo com as acusações, o candidato continue com a campanha normal. Por enquanto isso será mantido", pontuou Barreto.
Colaboração: Fabrício Espíndola