Jovem de
Jovem de Criciúma pode ter ligação com operação desencadeada pela PF no país
Por Redação Engeplus
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Cópia do inquérito envolvendo um jovem de Criciúma que com receitas falsas adquiria e vendia medicamentos à consumidores será repassada para delegacias do município e do Estado.
O policial civil Evandro Rodrigues, responsável pela DP de Cocal do Sul, não descarta a possibilidade de R.O., de 28 anos, ter ligação com a operação desencadeada pela Polícia Federal no país nesta terça-feira. “Foram ações distintas, mas o modo de operação é o mesmo e por esse motivo já entrei em contato com a Polícia Federal de Criciúma”, conta Evandro.
Os números comprovam o tamanho do esquema, em depoimento o jovem informou que ficava com 20% das vendas realizadas num site na internet, totalizando até R$ 10 mil num único mês.
O rapaz poderá ser indiciado por tráfico, falsidade ideológica, comercialização de medicamentos sem autorização da Anvisa, entre outros.
Ação da PF no país
A Polícia Federal, com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, realizou terçca-feira, a operação Panacéia, para coibir a venda de medicamentos pela internet. A ação ocorreu em 45 associados à Interpol, em todo o mundo.
Foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão nos Estados do Rio de Janeiro, Maranhão, Minas Gerais, São Paulo, Paraíba, Santa Catarina e Ceará.
O grupo negociava anabolizantes, abortivos, inibidores de apetite, medicamentos caseiros e fórmulas sem registros. Para vender os produtos, eles utilizavam sites, classificados em jornais, fóruns e redes sociais.
Comprar medicamentos pela internet está associado a grandes riscos contra a saúde. Há registros de medicamentos com menor ou maior quantidade do princípio ativo. No Brasil, a comercialização de medicamentos sem licença ou sua adulteração constituem crimes hediondos, cujas penas podem chegar a 10 anos de prisão e multa.
(Colaboração: Site da Polícia Federal)



