Jovens rendem
Jovens rendem mais dinheiro que ídolos para o Tigre
Por Redação Engeplus
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O Criciúma faturou mais de dois milhões de reais em poucos meses de 2008. Neste período, o Tigre vendeu o lateral esquerdo Uendel e os atacantes Jael e Jean Coral.
Ao transferir-se para o Fluminense, Uendel proporcionou R$ 600 mil aos cofres do Criciúma. Já Jean Coral, hoje no Vitória de Guimarães de Portugal, fez o tricolor ganhar R$ 750 mil. Com Jael, de malas prontas para o Atlético Mineiro, são mais R$ 820 mil.
Os exatos R$ 2.170.000,00 garantidos nas três transações superam o que o Criciúma arrecadou no início da década com dois negócios que foram os maiores da sua história.
No final de 2000, o lateral direito Maicon, ainda dos juniores, era vendido para o Cruzeiro por R$ 1 milhão. Alguns problemas disciplinares em Belo Horizonte quase o fizeram retornar. Porém, permaneceu, passou pelo Monaco da França, hoje joga na Internazionale de Milão e na Seleção Brasileira.
Após salvar o Criciúma do rebaixamento à Série C em 2001, Mahicon Librelato era vendido para o Internacional, onde virou ídolo em 2002, antes de falecer em um acidente. Librelato saiu do Tigre por R$ 1 milhão, mas o clube gaúcho pagou menos em dinheiro. Completou o negócio repassando jogadores.
Assim, ídolos do nível de Mahicon Librelato e Maicon renderam ao Criciúma, financeiramente, menos que os três jovens que começaram a se destacar na temporada passada e deixaram o clube neste ano. De melhor no currículo deles no Criciúma, apenas um vice-campeonato catarinense.



