Justiça Militar
Justiça Militar realiza audiências em Criciúma
Por Redação Engeplus
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Justiça Militar realiza hoje uma série de audiências para analisar 21 processos na região de Criciúma. Até amanhã, 54 policiais serão ouvidos na condição de testemunhas e 23 como réus. As audiências ocorrem no Fórum com a participação do juiz e presidente internacional da Associação de Magistrados, Getúlio Corrêa e do promotor, Raul Rogério Rabello.
As sessões realizadas fora da Capital fazem parte do programa de interiorização da Justiça Militar, implantado no Estado em 2006. De acordo com o juiz, o programa trouxe economia para os cofres públicos com diárias, já que o militar não precisam mais de deslocar até Florianópolis, sede da Justiça Militar Estadual, para depor.
“Sem contar que o efetivo não é prejudicado. O militar depõe e volta ao trabalho. A interiorização mostra para sociedade que a Justiça Militar é atuante”, justifica.
Ele destaca que 50% dos delitos cometidos por militares correspondem à lesão corporal. Desses, 45% dos casos contam com condenação. “É um índice razoável”, comenta o juiz.
O Promotor de Justiça, Raul Rogério Rabello, explica que mesmo condenado por lesão corporal o policial militar não perde a função pública. Mas o crime resulta de três meses a um ano de detenção.



