Engeplus
Esportes

Paixão pelo esporte

Laço carvoeiro: a amizade que se moldou pelo amor ao Criciúma Esporte Clube

Edna Zanette e Rudimar Maciel se conheceram na torcida, e assistiram mais de 1200 jogos

Por Patrick Stüpp

3 min de leitura

Compartilhar:
Foto: Patrick Stüpp / Portal Engeplus

Além de proporcionar show nos gramados, entretenimento e euforia aos torcedores, os jogos do Criciúma Esporte Clube também ajudam na formação de novas amizades. Unidos pelo gosto do futebol e pelo amor ao time, Edna Zanette e Rudimar Maciel se conheceram nas arquibancadas há dois anos, e acompanhando o clube desde a infância já completam mais de 1200 jogos assistidos com a camisa do clube.

Publicidade

Edna mora em Criciúma e é professora, sócia patrimonial e conselheira do Criciúma Esporte Clube. A professora ressalta que o que faz ter a vontade de ir no campo ver o time jogar, é o nome e símbolo que o clube carrega em toda sua trajetória nos gramados, desde quando era chamado de Comerciário.

“Eu comecei a ir aos jogos por volta de 1978, mas foi durante a década de 1980 que eu abracei o amor pelo clube. Principalmente, por causa das cores que ele representa, eu amo o amarelo, preto e o branco, porque são as cores do tigre. Além de ter uma grande representatividade, Criciúma Esporte Clube só de falar já eleva o nome da nossa cidade para todos”, enfatiza.

Já Maciel é morador de Urussanga e aposentado, porém, o gosto em começar a assistir aos jogos e acompanhar o time começou enquanto trabalhava na Eliane. “Na época o time ainda se chamava Comerciário, e eu comecei a vir por causa dos meus colegas de trabalho que já acompanhavam o time. Depois da primeira vez, a paixão foi crescendo e onde o Criciúma for se eu tiver a oportunidade de ir junto, eu irei também”, comenta.

Publicidade

Trajetória como torcedores e incentivo ao esporte

Mesmo acompanhando os jogos desde antes do clube mudar seu nome, os amigos se conheceram há dois anos, e agora passam a vir todos os jogos juntos. “Depois que nós nos conhecemos percebemos que torcemos por grande parte da trajetória do Tigre nos campeonatos. Torcemos para o time na série B do catarinense e na série A do catarinense e se possível acompanhamos agora na Copa do Brasil”, destaca Edna.

Conforme Maciel, o que fez os dois se conhecerem e o que incentiva, cada vez mais, vir aos jogos juntos é a energia que se pode sentir nas arquibancadas durante o primeiro e segundo tempo. “Além dos jogadores, é a torcida que faz um grande show. Então, sempre que possível incentivamos outras pessoas a virem torcer e sentir toda a energia que o time e sua torcida proporcionam”, finaliza.

Compartilhar:
Leia a seguirFestival de Karatê reúne 400 alunos içarenses
Publicidade