Laguna
Laguna as vésperas de completar 338 anos
Além de histórica a cidade apresenta inúmeras riquezas naturais
Por Redação Engeplus
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Prestes a completar os 338 anos, na próxima terça-feira, Laguna tem vocação para se tornar um dos destinos preferidos dos amantes da natureza. Praias desertas como a do Gravatá e a Manelone, também conhecida como Praia do Siri, reservam cenários exuberantes, que só podem ser acessados a pé por meio de trilhas.
A cidade reserva um belo centro histórico com mais de 600 edificações tombadas pelo patrimônio histórico e pode ser considerada um campo de exploração a ser contemplado. O município engloba ecoturismo, turismo de aventura e até educacional. Qualquer canto pode ser uma oportunidade para se envolver com a natureza. Observação de botos, de baleias, caminhadas em morros e na beira da praia, passeios de bicicleta, surfe, canoagem e outras modalidades aquáticas formam a variada gama de opções que vão da praia de Itapirubá ao Farol de Santa Marta, que somam entorno de 20 praias.
O interior da cidade é um campo ainda inexplorado. Alguns aventureiros já se arriscam de bicicleta pelas trilhas morro abaixo. Cachoeiras podem ser vistas em quase todas as comunidades. A mais famosa, do Parobé, quando está cheia, é um espetáculo da natureza, praticamente intocada. A maioria dos frequentadores ainda são moradores locais. Os turistas e curiosos são bem-vindos. Para chegar, é só entrar no acesso ao distrito de Ribeirão Pequeno, um composto de vilarejos que preserva o passado e o estilo religioso.
Colaboração: Comunicação Laguna



