Laguna quer
Laguna quer transformar o boto em patrimônio cultural imaterial da cidade
A ideia foi iniciada durante a Semana Cultural. O intuito é reconhecer por lei
Por Redação Engeplus
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A cultura da pesca artesanal com auxílio dos botos poderá ser reconhecida como patrimônio cultural imaterial de Laguna. A ideia da administração municipal foi iniciada durante a Semana Cultural. O cetáceo já é patrimônio do município, entretanto, a cultura que o envolve não. O abaixo-assinado estará em vigor até final do ano. Após coletar as assinaturas, o documento será enviado para a prefeitura, em seguida, à Câmara de Vereadores. Fforam coletadas mil assinaturas.
Para o presidente da Fundação Lagunense de Cultura, Leonardo Pascal, o projeto serve não só para preservar, mas também estimular o conhecimento. “É uma forma de fortalecer nossa cultural municipal e impulsionar as entidades a tomarem providências de proteção não só ao nosso boto, mas também a cultural que o envolve”, afirma. O presidente lembra que integra a cultura do boto, a gastronomia, linguagem coloquial, paisagem, barco, tarrafas, redes de pesca integram a manifestação popular lagunense que é a pesca com auxílio dos botos.
Saiba mais - O projeto recebe apoio do Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan). De acordo com a lei 521/97, o boto é considerado patrimônio natural da cidade, o que promove o poder de proteger o animal, proibindo atividades que possam causar danos à espécie. Além disso, a lei também vem com o intuito de conscientizar a população para preservação.
Ao transformar o boto em patrimônio cultural imaterial, não só o boto será preservado, mas sim, toda a manifestação cultural. Esse trabalho seria feito através de ações educativas e incentivos para sua continuidade e transmissões dos conhecimentos para as futuras gerações.
Colaboração: Comunicação Laguna



