Por Texto/fotos: Nei Manique - neimanique@engeplus.com.br
EmNa cidade ou na praia, as atividades de lazer no restante do ano como as lan-parties ganham ainda mais adrenalina entre os jovens na alta temporada.
Berço das lan-houses e cada vez mais populares, elas se proliferam neste verão reunindo em média 10 jogadores para games diversos.
O evento rola nas casas dos competidores revezando troca de tiros com táticas bem-sucedidas do futebol.
As lan-parties (ao pé da letra “festas de rede”) conquistaram o público jovem nos anos 90 na Europa e replicaram em pouco tempo pelo planeta.
Elas dispensam uma conexão com a internet, mas nunca um bom suporte técnico. “Cada jogador traz com o computador o que vai precisar, começando por cabo e filtro de linha”, conta Kim Escobar, 17 anos, veterano nos festerês virtuais.
Mesmo dominada pela informalidade, uma lan-party não abre mão da organização. “A gente se cotiza e normalmente cada um entra com R$ 10 para as despesas”, diz Kim. O investimento justifica-se por outro tipo de suporte: o gastronômico. Um estratégico aporte de pizzas e refrigerantes garante a energia necessária para confrontos armados e campeonatos de ligas.
Coerente com o nome, não há lan-party que bombe sem também uma boa rede. O emaranhado de cabos exige configurações às vezes demoradas, o que explica a realização do evento só nos fins de semana.
A montagem de todo aparato ocorre nas manhãs de sábado. O auê eletrônico inicia após o almoço sem hora pra terminar. Em época de tendas raves, os jogadores só entregam os pontos no raiar do domingo.


































