LARM tenta
LARM tenta contornar crise na Taça Cecrisa
Por Redação Engeplus
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O tumulto denunciado pelo Unidos da Argentina, no último domingo, na derrota por 4 a 0 para o Manaus fora de casa, pela Taça Cecrisa, gerou protestos e uma reunião hoje na Liga Atlética da Região Mineira. A direção da LARM convocou a direção do clube da Vila Manaus para dar explicações. "Se as cenas de violência voltarem a ocorrer, o time estará eliminado", anunciou o secretário da Liga, Emerson Lodetti.
O presidente do Unidos da Argentina, Marcelo da Silva, relatou que não houve jogo no campo do Manaus domingo, mas sim cenas de luta livre. "Nosso time foi saco de pancadas. Eles bateram demais, até com soco na cara de atleta nosso. Teve um menino do time júnior que desmaiou com um soco", relatou o dirigente. "Havia gente com arma atrás do gol ameaçando o nosso goleiro o tempo inteiro", denunciou.
Silva comentou, em recentas entrevistas, que seu time foi obrigado a perder para não apanhar ainda mais. "O árbitro estava quase chorando. Não tinha autoridade alguma". O relatório do jogo será entregue pela arbitragem até sexta-feira, e um julgamento ocorrerá na próxima semana.
O presidente do Manaus minimizou. "Houve provocação do Unidos antes do jogo, pois o nosso time é mais humilde. Mas não teve ameaça nenhuma", afirmou Jorge Oliveira. Ainda assim, os representantes do Manaus, mediante a ameaça de exclusão do time do campeonato, prometeram atenção redobrada à segurança nos seus jogos em casa. O Manaus está na liderança do Grupo A com doze pontos.
Visando contornar esse e outros problemas disciplinares na Taça Cecrisa, a Liga, segundo Emerson Lodetti, está fazendo valer um acordo celebrado junto ao Ministério Público. "Estamos chamando os clubes e lembrando o Termo de Ajustamento de Conduta que foi assinado".
A Taça Cecrisa tem sequência no próximo final de semana com oito jogos válidos pela quinta rodada.



