Lavações de
Lavações de carro precisam de adequar às regras ambientais para funcionamento
Por Redação Engeplus
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O trabalho de fiscalização conjunta entre o Ministério Público (MP) e a Fundação do Meio Ambiente de Criciúma (Famcri) nos estabelecimentos de lavação de veículos resultou em exigências estabelecidas pelo MP e um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) que deve ser assinado até sexta-feira. Caso os proprietários de lavações não assinem, os estabelecimentos serão lacrados na próxima semana.
A partir de segunda-feira, o responsável pela fiscalização na Famcri, Valmir Gomes, acompanhado do promotor do Meio Ambiente de Criciúma, Luiz Fernando Góes Ulysséa, visitarão todas as lavações para determinar a interdição das que estiverem irregulares. Seis lavações já fecharam as portas por conta própria, para não se adequarem à lei.
A medida foi tomada após terem sido detectados que alguns locais trabalham de forma irregular em aspectos como licenciamento ambiental, alvará de funcionamento, tratamento de efluentes e controle de ruídos. Além disso, os postos de lavação automotiva devem ter piso impermeável para que resíduos como óleo diesel e outros poluentes não sejam absorvidos pelo solo.
Saiba mais - Criciúma tem 61 lavações. Destas, apenas 30 se disponibilizaram a assinar o termo, que foi dividido em duas etapas. “Separamos as assinaturas em duas etapas. Foram 15 lavações na semana passada e 15 nesta semana. Porém apenas nove compareceram à Famcri. Até o momento ninguém se pronunciou ainda”, afirma Giovano Izidoro, presidente da Famcri.
Com informações de Tiago Maciel/Decom



