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Lei das antenas ainda em discussão

Por Redação Engeplus

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Foto: Foto/Arquivo: Nícola Martins

Contra a nova lei que reduz a distância das antenas de celulares para residências e áreas de riscos, a religiosa Irmã Analuísa Venturini sempre se posicionou firmemente em relação ao projeto. Por meio de sua assessoria jurídica, ela estuda provocar o Ministério Público para que entre com um recurso pedindo a revogação da lei. “É curioso. Se defendem que não há risco para a saúde, porque ainda deixaram um espaço de 60 metros na nova lei?”, questiona a religiosa.

Segundo ela, ainda não há um definição mundial sobre os malefícios gerados pelos aparelhos celulares. “Estamos estudando para tentar pelo menos aumentar essa distância da nova lei”, explica Irmã Analuísa. “Nossa assessora já foi ao Ministério Público e agora estamos estudando uma forma”, revela.

Condema – O Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente de Criciúma (Condema) não deve manifestar-se sobre o caso. “Enviamos um ofício para a Câmara de Vereadores nos colocando à disposição para ajudar na elaboração, mas não fomos chamados”, conta o atual presidente do Condema e presidente da Fundação do Meio Ambiente de Criciúma (Famcri), Giovano Izidoro.

Na tarde de ontem, o prefeito Clésio Salvaro sancionou a nova lei e reduziu a distância das antenas de celulares para residências e áreas de risco de 300 metros para 60 metros.

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