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Letramento em Saúde: promovendo o empoderamento e a tomada de decisões informadas

É imprescindível aperfeiçoar a comunicação em saúde para oferecer orientações adequadas

Por Roberta Mânica

2 min de leitura

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Foto: Shutter Stock

Nos últimos dias, nós do Empatizeme trabalhamos com um tema essencial para promover o empoderamento e a tomada de decisões informadas em relação à saúde.

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Você já ouviu falar em Letramento ou Literacia em Saúde?

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), Letramento ou Literacia em saúde é a nossa capacidade de compreender, avaliar e aplicar informações relacionadas à saúde para tomar decisões e ampliar a capacidade de procurar apoio, recursos e segurança.

A compreensão e interpretação das informações de saúde mostram que é fundamental considerar não apenas a linguagem utilizada, mas também a apresentação visual e a forma como os dados e notícias são comunicadas. Por isso, é imprescindível aperfeiçoar a utilização de recursos visuais, como infográficos e diagramas, para facilitar o acesso aos conceitos complexos.

Observamos no contexto da saúde, que se faz cada vez mais urgente oferecer abordagens educacionais que estimulem o empoderamento dos indivíduos, orientados com informações claras, desde o recebimento de um diagnóstico até o tratamento indicado. Em nossos workshops trabalhamos na prática para que o letramento em saúde torne as pessoas protagonistas de sua própria saúde, tomando decisões informadas e engajando-se em cuidados adequados.

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Pesquisas em todo o mundo apontam a urgência de implementação de estratégias que considerem as diferenças individuais e as desigualdades sociais na promoção do letramento em saúde. Para tanto, reconhecemos as barreiras e os obstáculos enfrentados no campo, além de discutir possíveis direções futuras para aprimorar o letramento em saúde e torná-lo mais acessível e inclusivo para todos.

O letramento em saúde é fundamental para pacientes, profissionais, instituições e toda a sociedade. Ao promover uma comunicação eficaz, tomada de decisões embasadas e a participação ativa dos pacientes em seu próprio cuidado, é possível obter melhores desfechos clínicos, êxito na experiência do paciente, economia e sustentabilidade nos recursos utilizados.

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Leia a seguirNão é a resposta que ilumina, mas a pergunta
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