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Lojas fechadas

Lojas fechadas e prejuízos amargos

Por Redação Engeplus

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Em lugar de vassoura, pá, e ao invés de balde, mangueira. A sujeira na região central de Criciúma é tanta que muitos comerciantes nem abriram as portas nesta manhã. Já passava das 10:30 e o Angeloni, da rua Felipe Schimidt, Drogaria Catarinense, e lojas de grandes redes, como Colombo e Pernambucanas, e outros tantos estabelecimentos comerciais, permaneciam com as portas fechadas.

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“Parece que a sujeira nunca acaba. Estamos num mês que já é fraco e ainda amargamos o prejuízo de ter inúmeras peças perdidas. Ainda nem comecei a contabilizar as perdas, mas foram muitas, entre elas o ânimo”, lamentava-se Adriane S. Spillere, gerente de uma confecção.

Devido a lama, a poeira toma conta das ruas do Centro. No calçadão da Nereu Ramos dois homens com um potente jato fazem a limpeza.

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