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'Pés no chão'

Lucão comemora estreia, mas deixa empolgação apenas com torcedores

Por Redação Engeplus

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Foto: Marcelo de Bona

Lucão precisou de apenas uma partida para cair nas graças da galera tricolor. Autor de dois gols e uma assistência na vitória do Criciúma sobre o Guarani, por 3 a 2, logo na sua estreia o centroavante mostrou que tem potencial para colocar fim na longa carência por um camisa 9 matador no Tigre.

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No entanto, o jogador, de 25 anos, contratado junto ao América de Natal, prefere deixar a empolgação pela estreia de gala apenas com os torcedores.

“Foi uma estreia maravilhosa, a melhor da minha vida. Mas sem empolgação, temos que ter os pés no chão. A situação ainda não é boa. Demos um passo importante. Falei aqui (na apresentação) que não iria me apegar a números e nada, que seria jogo após jogo, me entregando e fazendo o meu melhor. Não espere menos de mim. Mas não vou me empolgar, a torcida torce e a gente joga. Quem entra em campo é a gente e eles fazem a diferença fora. Quem faz o time ser grande é a torcida. Mas é preciso estar concentrado, porque no próximo jogo eles vão me cobrar”.

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Lucão também não atribui a sorte a sua grande atuação na noite dessa sexta-feira, e promete seguir trabalhando forte para ajudar o Tigre a subir na tabela de classificação da Série B. “Trabalho firme, brigando até o final, mesmo cansado. Esse é o espírito. Não é sorte. A sorte anda do lado de quem trabalha. É a mão de Deus, abençoa e protege os guerreiros dele”, comenta.

O novo camisa 9 também revelou a origem da dança feita na comemoração do segundo gol. “É da minha raiz. Venho de um lugar pobre de Brasília. A rapaziada de lá sempre pediu para comemorar dançando break quando fosse jogador profissional, para mostrar de onde eu vim”, justifica Lucão.

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