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Desistência

Mais de 20% não comparecem a procedimentos agendados em Maracajá

Somente no mês de janeiro deste ano foram 240 procedimentos que deixaram de ser realizado

Por Redação Engeplus

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Foto: Divulgação

Em média, mais de 20% dos pacientes que agendam consultas, exames e outros procedimentos médicos, no Cemasas, em Maracajá, não comparecem ao compromisso. Somente no mês de janeiro deste ano foram 240 procedimentos que deixaram de ser realizados, entre eles 146 consultas com médicos especialistas. “O resultado é que alguém, certamente, fica sem atendimento, além de prejudicar o fluxo de trabalho e provocar prejuízo aos recursos da saúde que, historicamente, sempre são insuficientes”, lamenta o diretor de Saúde do município, Diogo Copetti.

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"A maior abstenção é no procedimento que precisa de preparo como colonoscopia, endoscopia digestiva, as biópsias e as punções, por causa do medo que as pessoas têm de sentir dor. Além disso, temos ainda exames de imagens e de laboratórios”, informou.

Ele explica que existe a possibilidade de cancelamento. "Se o paciente, por acaso, precisar faltar ao procedimento marcado é só ir ou ligar para a unidade de saúde cancelando. Mas, isso deve ser feito com antecedência para que possamos chamar o próximo da fila", alertou o diretor.

Ainda conforme o diretor de saúde, a desistência causa desperdício de recursos públicos. "As pessoas não têm ideia dos problemas que são gerados; os prestadores de serviço se preparam para atender uma quantidade de procedimentos, contratam funcionários e não realizam uma parte dos exames. Então, eles têm prejuízos financeiros e deixam de querer atender pelo SUS, que só paga o que é realizado. Estamos com muita dificuldade neste sentido, pedimos a compreensão da sociedade", apelou Diogo.

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O diretor de Saúde de Maracajá explica que, em geral, o tempo de espera está relacionado à oferta de especialidades e ao nível de gravidade do paciente, por isso não é possível precisar um tempo médio de espera. As faltas dos pacientes aos agendamentos agravam tal situação e ainda geram oneração nos cofres públicos.

Colaboração: Prefeitura de Maracajá

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