Engeplus
Geral

Semana de Ciência

Mais de 560 trabalhos fazem parte da Semana de Ciência e Tecnologia da Unesc

Projetos de ensino, pesquisa e extensão serão apresentados até sexta-feira

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

Compartilhar:
Foto: Divulgação

A Semana de Ciência e Tecnologia da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), em Criciúma, começou bastante movimentada. Os estudantes e docentes tiveram a oportunidade, nessa segunda-feira, primeiro dia de evento, de conhecer diferentes projetos de pesquisa e extensão. Durante manhã, tarde e noite, as apresentações ocorreram nas salas da instituição, mostrando o quanto as ações são importantes no desenvolvimento de novas propostas pedagógicas e na socialização com a comunidade.

Publicidade

Trabalhos de diferentes áreas do conhecimento foram evidenciados. Desenvolvidos pelas Unidades Acadêmicas (UNAs) de Ciências da Saúde (SAU), de Humanidades, Ciências e Educação (HCE), de Ciências Sociais Aplicadas (CSA) e de Ciências, Engenharias e Tecnologia (CET), eles despertaram a curiosidade e tiraram dúvidas sobre diferentes temas.

Na área de Humanidades, o projeto Bola pra Frente, que oferece práticas corporais para a terceira idade, foi apresentado pelos alunos Amanda Biava, Luana Minghelli, Sabrina Fortunato e Victor Julierme. De acordo com eles, a atividade é desenvolvida por conta da importância que é, para os idosos, ter um estilo de vida mais ativo. “O objetivo é valorizar o ser humano como um todo. Uma coisa está interligada a outra, tanto é que as melhoras de saúde que eles apresentam são consequência daquilo que encontram no espaço, como amizade, carinho, gratificação, paciência”, comentam os alunos.

Publicidade

Conforme o coordenador geral do evento, Adriano Michael Bernardin, o número de inscrições surpreendeu os organizadores. “Teremos, ao longo desta semana, a apresentação de 565 resumos de pesquisa, extensão e relatos de ensino. A maioria vem de alunos e docentes da Unesc, mas também temos de todo o Sistema Acafe. Esta é uma excelente oportunidade para adquirir conhecimento nas diversas áreas”, destaca.

Colaboração: Samira Pereira/Ápice Comunicação

Compartilhar:
Leia a seguirMovimento baixo nos cemitérios de Criciúma é considerado atípico
Publicidade