Mantida em
Mantida em sigilo as investigações sobre morte brutal
Por Redação Engeplus
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Policiais da Central de Polícia, Delegacia de Proteção a Mulher Criança e Adolescente, juntamente com delegacias da região e Polícia Militar formaram uma rede em busca de informações que possam levar ao autor do assassinato brutal de Kenifer de Jesus Guimarães. Todo o trabalho segue em sigilo para não atrapalhar o andamento das investigações.
Conforme o delegado Vitor Bianco Júnior, da Central de Polícia de Criciúma, informações estão vindo de vários pontos da cidade e todas são checadas por agentes da Central de Polícia. A polícia corre contra o tempo para chegar a autoria o mais rápido possível, mas pede paciência e o auxílio da população.
A cena do crime, com a menina semi-nua, estuprada e enforcada em um alambrado chocou até mesmo os policiais mais experientes e gerou uma grande comoção na população de toda a região. “Nunca vi uma cena tão triste. Tive um final de semana péssimo”, comentou o delegado Vitor relembrando o que viu no sábado à noite.
Kenifer desapareceu por volta das 18 horas. Segundo informações repassadas pela polícia, ela brincava com outras crianças quando um motociclista aproximou-se e informou que foi buscá-la a pedido de sua mãe. A menina embarcou na moto e desapareceu pelas imediações do Rio Maina.Ela foi encontrada por volta das 22 horas, violentada e enforcada com a sua própria calça de moleton no alambrado do campo de futebol da localidade de Floresta II.



