Mão-de-obra da
Mão-de-obra da Satc é uma das melhores do Brasil
Por Redação Engeplus
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Há aproximadamente um ano o estudante de Engenharia Mecânica, Victor Pohl, 24 anos, nem imaginava que estaria trabalhando em uma multinacional que presta serviço às empresas de petróleo e gás. O jovem se forma este ano na Satc e fez um ano de estágio na cidade de Macaé (RJ), na Schlumberger. A vaga na empresa surgiu durante a Feira de Profissões e da Empregabilidade da escola.
“Nunca imaginei trabalhar com gás e petróleo. Ainda mais trabalhar em Quito, no Equador”, conta Victor, que será efetivado na empresa e irá trabalhar na capital do país Sul-americano. Este tipo de oportunidade é o que a escola técnica e a faculdade da instituição de Criciúma pretendem proporcionar com a feira.
“Este ano temos 31 empresas, 11 a mais do que ano passado. As empresas voltam porque conseguem achar a solução para a mão-de-obra qualificada”, explica o coordenador do Centro de Relacionamento com o Mercado da Satc, Renato Nascimento. Em janeiro, mais de 600 alunos da escola entram em período de estágio e a feira encaminha boa parte dos empregos dos estudantes.
A empresa em que Victor trabalha foi fundada na França e tem sedes em 80 países, com um quadro de mais de 110 mil funcionários de 140 nacionalidades. O recrutador da Schlumberger, Gueller Schumacker, explica a seleção é feita com uma prova teórica e depois com uma entrevista. “Com base no resultado da prova observamos que a Satc pré-aprovou 60% dos alunos que participaram do exame, enquanto a média nacional é de 30%”, informa Schumacker, que percorre o Brasil inteiro fazendo seleção de estagiários.
A empresa segue atrás de funcionários e tem um plano de crescimento de 15% ao ano no quadro de funcionários. “Além de contratar treinamos os funcionários e temos uma guia de promoção que faz com que os colaboradores saibam o que precisam estudar e fazer para serem promovidos nos primeiros cinco anos de empresa”, conta o recrutador.
Além de fornecer a mão-de-obra, a Satc também procura melhorar os cursos com as parcerias firmadas. “Ano passado tivemos uma reunião com a direção da escola e eles pediram conselhos do que poderiam fazer para se adequar mais ao mercado de trabalho”, lembra Schumacker. Victor conta que o que aprendeu na Satc ajudou no estágio. “O aprendizado deu uma base para a função que depois vou exercer na empresa”, afirmou.



