Aulas
Materiais escolares têm maior diferença de preços dos últimos três anos em Criciúma
Levantamento do Procon confirma orientação ao consumidor de pesquisar antes de comprar
Por Redação Engeplus
2 min de leitura

Faltando duas semanas para o retorno das aulas na maior parte das escolas de Criciúma, o Procon realizou nesta semana a pesquisa anual com levantamento de preços de materiais escolares. A coleta de dados foi realizada entre segunda e quarta-feira em seis principais estabelecimentos de Criciúma do ramo.
Conforme o coordenador do Procon, Duda Manenti, a abordagem analisou valores de 25 itens. A diferença entre os preços foi o que mais chamou atenção na pesquisa. Segundo o coordenador, a variação é a maior dos últimos três anos. “Em todos os estabelecimentos a diferença foi gritante. Em um encontramos o total de R$ 82 em compras contra R$ 44 em outro. Nunca foi tão grande a disparidade de preços”, frisa Duda.
A pesquisa foi realizada tanto no Centro como em lojas de bairros. Apesar da região central oferecer mais opções ao consumidor, os dados apontam que nem sempre as mais populares possuem os melhores preços. “As vezes a fama de bons preços não condiz com a realidade”, observa Duda.
O coordenador ainda destaca que, em comparação ao início do mês, os valores aumentaram consideravelmente por causa da aproximação do ano letivo. “É uma situação normal, mas cada loja tem seu custo operacional, o que interfere no cálculo dos preços dos produtos”, explica.
Dicas ao consumidor - Alertar o consumidor a economizar e zelar por seus direitos é o intuito desta pesquisa realizada pelo Procon. “As pessoas precisam pesquisar bastante antes e não é legal comprar tudo em uma mesma loja”, orienta o coordenador. Listas prontas e comprar na companhia das crianças contribuem para maiores gastos.
“Quando se leva uma criança junto ela direcionará a compra para os materiais com personagem, o que geralmente torna o produto mais caro. A lista pronta de materiais é outro erro, já que o consumidor dá a lista e a vendedora também direciona os itens”, pontua.
Colaboração: Denise Possebon/Comunicação Criciúma



