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Saída de Silvinho

“Me doeu tirar o Silvinho”, diz Gilmar Dal Pozzo

Comandante tricolor justifica substituição do atacante no intervalo da partida

Por Redação Engeplus

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Foto: Fernando Ribeiro/www.criciumaec.com.br

O Criciúma fez uma partida de dois tempos distintos na noite desta quarta-feira. Após realizar um bom primeiro tempo, no intervalo do clássico Gilmar Dal Pozzo sacou Silvinho do time para entrada de Paulo Baier. Depois da alteração, o Tigre perdeu o seu poder ofensivo e permitiu a reação do Figueirense.

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Durante a entrevista coletiva no estádio Orlando Scarpelli, a substituição de Silvinho, que estava bem na partida e havia marcado um gol minutos antes de deixar o gramado, foi justificada da seguinte forma pelo técnico do Criciúma:

“O Silvinho estava com um amarelo, e o jogo estava muito intenso. O árbitro já tinha dado um pênalti a nosso favor, e nós temos que ter esse cuidado e saber o momento certo de tirar um jogador ou não. Me doeu tirar o Silvinho, mas ele é um jogador de perfil forte, que tem uma intensidade, que quer vencer, e a qualquer momento poderia tomar outro amarelo. Foi uma opção devido ao cartão e para ter um time mais técnico. O Silvinho é um jogador de transição rápida e a proposta de jogo era de mais posse de bola para chegar trabalhando. Então, perdemos essa transição rápida. Mas tínhamos o controle do jogo”, explica Dal Pozzo.

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Mesmo com o baixo rendimento na segunda etapa, o comandante tricolor avalia que a igualdade no placar foi injusta para o Tigre. “Saio com o sentimento do trabalho bem feito. Até porque, não vi o Bruno fazer nenhum milagre na partida, então o resultado mais justo seria uma vitória do Criciúma”, pondera o técnico do Criciúma.

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