Megaprotesto: clima
Megaprotesto: clima cada vez mais quente
Por Redação Engeplus
2 min de leitura
Terminou há pouco a reunião entre trabalhadores e patrões do setor plástico de Criciúma e região que, ao contrário do que se esperava, não apresentou nenhuma evolução na relação entre as partes. Muito pelo contrário.
O sindicato patronal, presidido pelo empresário Jaime Zanatta, abriu o encontro, na sede da Acic, lendo correspondência que recebeu das indústrias Canguru e Inza, do Grupo Empresarial Jorge Zanatta, desautorizando-o a entabular qualquer negociação em torno das demissões dos cinco dirigentes sindicais que promoveu nos últimos dias.
Com isso os empresários queriam, na reunião, apenas e tão somente continuar os debates da negociação salarial dos trabalhadores das indústrias plásticas.
Os trabalhadores, ponderando que as demissões atingem a soberania de toda a categoria, não concordaram em continuar a reunião, separando os dois assuntos.
“Um tema não se descola do outro”, definiu o presidente do sindicato profissional, Carlos de Cordes, retirando-se da reunião e prevendo agravamento do embate.
O presidente da Federação dos Trabalhadores na Indústria de Santa Catarina (Fetiesc) Idemar Antônio Martini, presente à reunião, alertou os empresário da gravidade da situação. Segundo ele, o interesse sobre o tema não se limita a Criciúma e nem mesmo a Santa Catarina. "É um assunto que interessa ao Brasil", advertiu.



