Criciúma
Metas reforçadas nos três anos do Observatório Social
Por Redação Engeplus
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Em agosto de 2014 era criado, dentro da Associação Empresarial (ACIC) o Observatório Social (OS) de Criciúma. Seguindo o exemplo de mais de uma centena de organismos com o mesmo propósito em todo o Brasil, o OS criciumense surgiu com a missão de controlar gastos públicos e sugerir aprimoramentos constantes e fiscalização.
O empresário Sinésio Volpato foi de pronto eleito primeiro presidente e, em Assembleia Geral Ordinária ontem, acabou reeleito para um segundo mandato. Com ele prossegue a mesma diretoria com os vice-presidentes Marion Backes, Moacir Dagostin, Valcir Zanette e Carlos Antônio Ferreira.
“Nosso primeiro mandato foi de implantação e apresentação do Observatório. Agora vamos a uma expansão, já que grande parte da população ainda não o conhece”, comenta Volpato.
Um dos avanços da primeira gestão foi a implantação das câmaras setoriais. “Somos voluntários em diversas áreas, trabalhando pelo bem da cidade, temos câmaras de Saúde, Educação, Infraestrutura, Comunicações, Serviços Continuados, Gestão e Licitações. Temos grupos atentos a todas as atividades do setor público”, explica o presidente.
Algumas das ações do OS
Em um relatório de 2015, por exemplo, o Observatório Social apontou o índice de reprovação de 17% na turmas de sexto e sétimo anos do Ensino Fundamental como grande problema na educação em Criciúma. Levantou ainda um debate sobre qualidade das obras na cidade. Em 2016, houve ênfase para levantamentos sobre custos de medicamentos para a rede pública. O acompanhamento de ações da Câmara, na qual o OS relatou aumento de gastos em 2017, também teve destaque. Ainda neste ano o grupo emitiu pareceres sobre custos de contratos de vigilância para o município.
“Trabalhamos sempre com a máxima de fazer mais por menos. Vamos continuar da mesma forma, sem denuncismos mirabolantes mas fazendo um trabalho que persegue bons resultados para o cidadão”, reforça Volpato. “No início éramos vistos como alguém a atrapalhar, depois começamos a mostrar que somos um instrumento de auxílio na gestão”, arremata.



