Microfisioterapia
Microfisioterapia: a cura dentro de cada um
Técnica manual é novidade para pacientes do Sul do Estado e visa identificar a causa primária de doenças ou sintomas
Por Redação Engeplus
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A microfisioterapia estimula o corpo a reconhecer e eliminar traços deixados por eventos físicos ou psicológicos que possam desencadear problemas de saúde. A técnica manual é novidade para pacientes do Sul do Estado e visa identificar a causa primária de doenças ou sintomas. Por exemplo, alergias podem ser causadas por uma série de fatores: poeira, alimentos, contato com animais, mas por que algumas pessoas são alérgicas e outras não? De acordo com a microfisioterapeuta Grasiana Candido, da Clínica Levittá, em Criciúma, as doenças, em geral, podem ter relação com traumas vividos.
Os profissionais da área sustentam que estas agressões psicológicas deixam marcas internas, não visíveis a olho nu, ao afetar o funcionamento das células, que adoecem. As cicatrizes são encontradas pelos microfisioterapeutas através de pequenas palpações, feitas de modo leve, com a ponta dos dedos, selecionando camadas do corpo. A consulta pode durar uma ou duas horas, com muito diálogo entre fisioterapeuta e paciente. “Encontrada a cicatriz patológica, vamos fornecer ao corpo informações que o ajudem a absorver o trauma, assimilar aquele conflito mal resolvido para que o paciente possa restabelecer o equilíbrio do seu corpo”, explica.
Origem da técnica - A microfisioterapia foi criada na França, em 1980, pelos fisioterapeutas e osteopatas Patrice Benini e Daniel Grosjean. Tem embasamento teórico na embriologia (biologia do desenvolvimento animal), filogênese e ontogênese (estudo da evolução humana), com alguns princípios da homeopatia (semelhante pelo semelhante se cura). Chegou ao Brasil em 2005 e é difundida através de cursos de especialização, com duração de dois anos. Apenas fisioterapeutas podem praticar a técnica.
A Microfisioterapia é indicada em casos de:
Dores musculares e articulares;
Fibromialgia;
Ansiedade, medos e fobias;
Hiperatividade;
Déficit de atenção;
Depressão;
Bipolaridade;
Alergias em geral;
Enxaqueca;
Distúrbios do sono;
Distúrbios alimentares;
Alterações hormonais;
Alterações no funcionamento dos órgãos;
Asma, bronquite, rinites e sinusites;
Problemas urogenitais;
Dores físicas;
Traumas emocionais;
Fibromialgia;
Prevenção de doenças.
Infográfico microfisioterapia.
Colaboração: Caroline Bortot/Comunicação Clínica Levittá/ITC Vertebral



