Mineiros tiveram
Mineiros tiveram queimaduras de terceiro grau
Por Redação Engeplus
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Queimaduras de terceiro grau e aspiração de gases em combustão ocasionaram as mortes dos mineiros Lorenir Hoffmann, 34 anos, e Genivaldo da Silva, 33 anos. O laudo foi divulgado no início desta noite pelo médico legista de Criciúma, João Luiz Rocha. Os corpos acabam de ser liberados pelo Instituto Médico Legal (I.M.L.) e seguem para Lauro Muller, onde serão velados.
Um dos corpos foi identificado através de uma tatuagem pelos familiares. Segundo o médico, um deles apresentava 80% da superfície do corpo queimada enquanto o outro tinha 60%. Pelas secreções encontradas no pulmão a morte não foi instantânea.
O resgate dos operários da Carbonífera Catarinense durou quase 10 horas, na mina G3 em Guatá, município de Lauro Müller. Mais de 50 pessoas trabalharam na operação. É provável que a ruptura de um cilindro de oxigênio utilizado por equipamento de solda a 5 km da boca da mina tenha provocado um deslocamento de ar que feriu os 27 operários que estavam no setor, por volta das 3 horas.
Dos 27 mineiros, sete saíram com ferimentos pelo corpo. E.B. foi encaminhado para o Hospital São João Batista, de Criciúma, em estado grave com suspeita de traumatismo craniano. A ruptura dos canais de ventilação foi a maior dificuldade da equipe de resgate para chegar até o local.
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