Criciúma
Mobilização estadual na greve dos químicos
Membros do MST estão na cidade apoiando a paralisação
Por Redação Engeplus
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Os trabalhadores das indústrias químicas da região de Criciúma deram início a uma greve na manhã desta terça-feira. Mas a mobilização, desta vez, não é só da categoria. “Além da negociação coletiva com o sindicato patronal, da qual ainda não chegamos a um consenso, essa paralisação tem o apoio do movimento sindical catarinense”, explica o presidente do Sindicato dos Químicos, Carlos de Cordes.
Segundo ele, a principal preocupação é em relação a perda de direitos trabalhistas já conquistados pela categoria. “E isso não é só na indústria química, há várias categorias apreensivas porque os sindicatos patronais querem rediscutir direitos adquiridos, tendo como base a reforma trabalhista”, conta o presidente.
MST em Criciúma
Membros do Movimento dos Sem Terra (MST) também estão em Criciúma apoiando o movimento. Segundo o presidente do Sindicato dos Químicos, pelo menos 50 pessoas de vários municípios catarinenses estão na cidade e acompanham a mobilização da categoria.
Além disso, aproximadamente 200 lideranças sindicais de todo o Estado participam do ato.



