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Moradores se movimentam para revitalizar Parque Ecológico Municipal José Milanese
Objetivo é ampliar o número de visitantes no local, principalmente aos fins de semana
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Moradores do bairro Mina União, em Criciúma, iniciaram um movimento, em parceria com associações de moradores de bairros vizinhos para realizar melhorias estruturais no Parque Ecológico Municipal José Milanese. A proposta é revitalizar o espaço para atrair mais visitantes. Outra possibilidade que está sendo estudada é a ampliação do horário de funcionamento para os fins de semana.
Atualmente no parque funciona o Centro de Educação Ambiental de Criciúma (Ceac) que recebe estudantes de escolas do município interessadas em conhecer as trilhas do local e as espécies de fauna e flora. “O espaço está bem cuidado, mas precisa de algumas melhorias como arrumar as trilhas, queremos colocar alguns ambientes com churrasqueiras para os visitantes aproveitarem, algumas calçadas precisam ser arrumadas e tem outros pontos a serem adequados”, comentou José Valim, presidente da Associação de Moradores do bairro Mina União.
A primeira reunião para debater o assunto foi realizada na última segunda-feira, dia 16. “Os presidentes dos bairros no entorno participaram, a Polícia Militar também se dispôs a ajudar e até intensificar as rondas caso haja mais visitantes. E a Famcri (Fundação do Meio Ambiente de Criciúma) está nos acompanhando neste processo. Além da revitalização, queremos criar ali mais atrativos para as crianças das comunidades próximas durante a semana e no fim de semana tornar um local para que as famílias possam visitar. Hoje as pessoas saem daqui para ir no parque de Forquilhinha, de Maracajá, mas temos o nosso parque aqui que precisa ser melhor aproveitado”, acrescentou o presidente.
Projeto será apresentado para a Famcri
O projeto completo da revitalização está sendo elaborado por um acadêmico de arquitetura que aceitou ser voluntário da iniciativa. Após finalizado, o documento será entregue para a Famcri, que tentará buscar recursos para a execução das obras.
“Hoje a prefeitura não teria como arcar com esse custo. É um projeto interessante, a comunidade nos pediu ajuda e aceitamos ouvir o pedido. Por isso vamos esperar o projeto ficar pronto e depois tentar buscar recursos em editais que apoiam iniciativas como essa. Existem editais do Ministério Público Federal, do Governo Federal e até do Governo do Estado que podemos nos encaixar”, afirmou a presidente da Famcri, Anequésselen Bitencourt Fortunato.




