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Morte no subsolo paralisa Carbonífera Metropolitana

Por Redação Engeplus

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Matéria atualizada às 11:18 / A morte do eletricista Robson Ronchi, 31 anos, por volta das 21 horas de ontem na mina MEL, da Carbonífera Metropolitana, provocou a paralisação das atividades da empresa em Treviso. O funcionário foi eletrocutado durante manutenção de uma correia transportadora. Levado por colegas a uma unidade de saúde de Siderópolis, não resistiu.

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Cartucheira, como era conhecido o eletricista, era solteiro e seu corpo está sendo velado no bairro São Defende, em Criciúma. Este foi o segundo acidente de trabalho fatal por choque elétrico na empresa nos últimos quatro meses, lembrou o presidente do Sindicato dos Mineiros de Siderópolis, Leonor Rampinelli. “Além disso, os quatro últimos óbitos na Metropolitana tiveram a mesma caraterística”, reclamou.

A morte de Ronchi, acrescentou o sindicalista, disseminou um “clima de grande tensão nas três minas da empresa. Ontem mesmo solicitamos aos companheiros que paralisassem as atividades até segunda-feira para que possamos cobrar providências da diretoria da empresa.”

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Uma reunião entre diretores do sindicato e da Metropolitana deve ocorrer antes do meio-dia desta sexta-feira. Cerca de 800 trabalhadores, entre funcionários e terceirizados, segundo ainda Rampinelli, estão com as atividades suspensas. A direção da empresa deve emitir um comunicado ainda pela manhã.

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(Diferentemente do que informou o sindicalista, o velório ocorre no bairro São Defende, em Criciúma, e não em São Bento Baixo, Nova Veneza. Correção enviada pela leitora Franciele Peruchi Ronchi)

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