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Motofrete: Exigências devem ser cumpridas para que os profissionais exerçam a profissão

Por Redação Engeplus

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Os profissionais que atuam com motofrete terão que comprovar que estão dentro das leis de trânsito. A partir desse sábado, uma série de exigências devem ser cumpridas para que os profissionais exerçam a profissão, como cursos de capacitação, uso de coletes com faixas reflexivas e protetores de pernas. A Autarquia de Segurança Transporte e Trânsito de Criciúma (ASTC) vai começar a fiscalizar os prestadores deste tipo de serviço. Conforme o gerente de trânsito e transportes da ASTC, Thiago Fagundes, os condutores devem se cadastrar na autarquia, onde os agentes vão verificar se o condutor está apto para realizar os serviços de frete.

“Só preenchendo todos os requisitos o condutor vai poder retomar as suas atividades normais”, alerta. O gerente ainda lembra que os condutores podem realizar o curso no Sest Senat, órgão regulamentado pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Lições de ética e cidadania, segurança e saúde são as bases do curso, que tem a duração de 30 horas. A partir da próxima semana, a Autarquia começará a realizar blitz para coibir os profissionais irregulares.

Requisitos mínimos para exercer a profissão - Ter 21 anos, habilitação de pelo menos dois anos na categoria A e possuir curso especializado. Os motofretistas que não estiverem de acordo com a lei estarão sujeitos a penalização. Os valores largam de R$ 127,69 nos casos que se enquadrarem como infração grave e as gravíssimas podem chegar a R$ 191,54.

Colaboração: Comunicação Criciúma/Lucas Sabino


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