Movimento intenso
Movimento intenso no terceiro maior colégio eleitoral, no bairro Próspera
Por Redação Engeplus
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É intensa a movimentação no terceiro maior colégio eleitoral de Criciúma, a escola estadual Governador Heriberto Hülse, no bairro Próspera. Em algumas seções, há filas de eleitores, em outras, a movimentação é menor. Conforme o diretor de colégio, SidneiFerreira, uma urna apresentou defeito, na seção 103, mas logo foi trocada. A votação na seção atrasou cerca de 20 minutos. “Fora isto, o movimento está tranquilo, assim como nas outras eleições. Nossa orientação é que os eleitores venham votar com um documento com foto, caso contrário ele não poderá votar”, salienta Sidnei.
Outra orientação, é que os eleitores votem e voltem para casa. “Isto é para não ocorrer aglomerações, confusões e tumultos na frente do colégio”, reforça Ferreira. A entrada de carros plotados (com adesivos, imagens ou qualquer outra propaganda de candidato) não está sendo permita. O portão do estacionamento está fechado.
Conforme a secretária Claúdia Silva, de uma seção do colégio, apesar das filas para votar, o movimento está tranquilo. Nas seções em que as filas são maiores, os eleitores esperam cerca de 10 minutos. Em frente ao colégio, na rua Goiás, há muita sujeira de campanha eleitoral. Materiais gráficos (santinhos) estão espalhados nos arredores do Heriberto Hülse. A movimentação de carros também é grande, chegando a ficar lento o trânsito nas vias laterais do colégio.
Eleitores - A eleitora Claúdia Miranda, de 39 anos, sempre vota pela manhã para evitar filas, mas este ano foi diferente. “Não queria pegar filas, mas não teve jeito agora vou esperar e votar nos meus candidatos que já escolhi desde o começo da campanha”, afirma.
A eleitora de 61 anos, Angelita Pagnan, votou cedo. “Como ia sair, já me programei para vir votar. Fui à missa e agora estou votando”, ressalta a funcionária de serviços gerias, que escolheu seus candidatos desde o começo da campanha. “Não deixei para decidir na porta do colégio, decido antes em quem voto”, brinca. A comerciante Irene de Araújo, de 30 anos, trabalha à tarde, então veio exercer seu papel de cidadã. "Já decidi e agora vou confirmar", pontua.