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Movimento sindical repudia prisões de líderes do MST

Por Redação Engeplus

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Movimento sindical da região carbonífera, representado por 11 sindicatos, esteve reunido nesta tarde em Criciúma para discutir as prisões que ocorreram na semana passada com relação aos membros do MST, em Imbituba. O caso do decreto de prisão do criciumense D.R., morador do bairro São Francisco, também foi repudiado pelo movimento sindical.

Segundo consta na nota enviada à imprensa, as investigações sobre as reuniões de lideranças do MST com as comunidades começaram em dezembro do ano passado e o trabalho de visitar as comunidades informando seus direitos é realizado há mais de 10 anos.

A área que as famílias ocupariam possui 200 hectares e pertence ao Governo Federal. Essa mesma área foi cedida ao Estado para a formação de uma Zona de Processamento de Exportações (ZPE) em 1996 e estava abandonada, de acordo com o movimento sindical.

Assinam a nota:
Federação dos Trabalhadores da Indústria Carbonífera do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul
Sindicato dos Mineiros de Criciúma
Central Única dos Trabalhadores da Região Sul
Sindicato dos Mineiros de Siderópolis
Sindicato dos Bancários de Criciúma
Sindicato dos Comerciários de Criciúma
Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Criciúma
Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Química de Criciúma
Sindicato dos Metalúrgicos de Criciúma
Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da alimentação de Criciúma
Sindicato dos Ceramistas de Criciúma

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